Segunda-feira, Junho 29, 2009

Piquenique Fotoadrenalina

Almoço Anual Fotoadrenalina 2009. Piquenique. Dia 12 de Julho na Barragem de Castelo de Bode (Tomar). Saiba tudo em www.fotoadrenalina.com

Domingo, Junho 07, 2009

A Alexandra Faria também esteve na Noruega!

Na Noruega com muita fotoadrenalina
Dezassete dias de chuva ponderado para o total de trinta, dizia a previsão. Todos procuraram saber e viram também o calor que não iamos sentir. Meteorologistas… Frio e chuva para uns supostos aventureiros! Quem diria que afinal não nos iria incomodar assim tanto esta previsão!
Algum sol em Frankfurt, sobrevoadas muitas nuvens em Oslo e à força de mais uma escala nesses espaços suspensos entre as expectativas dos viajantes, a que chamamos aeroportos, chuvia à chegada a Bergen.
Era cinzenta a luz do primeiro dia na Noruega, mas só nos deixaria a horas invulgares para o nosssa ainda nula adaptação. Chuva refrescante esta de Bergen! Chegada oficial e partida para outra maratona, a de serpentear as montanhas até ao refúgio de um vale onde finalmente no dia teriamos descanso.
Era no fim de contas encantado este vale e era também nele ainda de dia quando às onze da “noite” descalçamos as botas à entrada das nossas cabanas, num acto de surprendente civismo demonstrado e incontestado! Atravessada a porta, a saída em frente faz-se para uma varanda com uma plataforma sobre um mar estático e recortado por duas montanhas ao fundo – os fiordes.
Eis a primeira imagem do encanto desta terra, que no dia seguinte vista do cimo de um miradouro se transformou num cenário retirado de um conto de fadas, ou então, como alguém comentou, a personificação daquelas fotos que vêm impressas nos involucros dos chocolates que vêm da Suiça. As casas plantadas pontualmente na encosta das montanhas e concentradas no seu vale, todas de madeira colorida, envoltas em neblina e protegidas por nuvens suspensas nos cumes nevados das montanhas do horizonte, dão a este espaço um ar fantástico.
Nada se mexe, nada se ouve… não… algo se move! Ainda não falei dos seres que povoam estas encostas verdes, as ovelhas. Manchas brancas nesta imensidão, que sim, se mexem e lançam no espaço o seu som, que aqui parece fazer parte de um qualquer tratamento de relaxamento.
Ainda embriagados pela beleza deste espaço somos levados para o centro das montanhas por onde seguimos o trilho de um comboio verde, que como um camaleão as cruza e ao mesmo tempo parecere fazer parte delas! Se andamos de comboio? Não! Seguimos em marcha lenta o verde da paisagem, paramos nas margens dos rios, fotografamos as quedas de água que descem montanha abaixo desde o seu cume de neve, fazemos o nosso almoço ambulante na margem de um rio que corre junto à linha e naquilo que parece ser o espaço que rodeia uma casa que não percebemos se é habitada!!
O jantar foi já na cabana ao ritmo da vontade de cada um e cada um no mesmo espaço contavam treze à mesa ou pela sala.
Entre conversa, fotografias e comida o dia termia tarde e no dia seguinte temos um glaciar e o Andy à nossa espera.
Afinal esperamos nós pelo Andy, enquanto ao longe já deslumbrados fotografamos um grande pedaço de gelo encaixado entre duas grandes montanhas, separado de nós por um extenso vale que termina num lago!
Chegada do Andy e os seus caiaques…. Ai ai o que nos espera! Damos-lhe tempo e tentamos ganhar algum para nós, talvez para procurar o espírito aventureiro ou para enganar o friozinho na barriga!
Já na partida, caiaques a postos, breve explicação do que é isto de fazer caiaque e um lago à frente para aplicar os 10 minutos de explicações do Andy!! Ei… Onde estão os socorristas?
Fomos uns grandes remadores, era ver-nos a dominar o lago… Sem naufrágios ou baixas, nem das câmaras que aguentaram com água vinda de todos os lados! Crazy Portugueses, dizia o Andy!!
Atracados os caiaques, espera-nos o glaciar cada vez mais perto. Mais 10 minutos de explicação da técnica de subir glaciares, deve ser como andar de saltos, penso… Parece seguro, vamos estar ligados por uma corda… “… espero que estes tipos não sejam muito de cair!”… Equipados, começa a subida!
E neste equipamento vai já incluida a câmara para a qual espero conseguir libertar uma mãozita de vez em quando e usá-la, sem cair espero… “e vocês não se lembrem de andar para aí aos tombos que isto que temos nos pés pode picar e a picareta que levamos na mão pode ser perigosa, ah e não quero dar uma cabeçada na câmara do Chico, que deve pesar uns 5 kilos”!
Tranquilos, que no início vai o Andy e no fim da corda vai o Vitor de picareta em punho a abrir valas, diz ele “autênticos rios”, no glaciar!
Safamo-nos na subida sem pernas partidas ou câmaras pelo ar… paramos e diz o Andy: “agora almoçamos!” … What!? … Abre a mochila e… coffe and hot chocolat for every body!!
Sentados no gelo sacamos da marmita fotoadrenalina e toca a recuperar energias, que ainda temos que descer até ao lago, arrastar o nosso caiaque para a água e remar até aos carros!
Este dia terminou com um sol fantástico a reflectir as montanhas no lago e também com um valente escaldão à turista da neve, com as respectivas marcas dos óculos e dos gorros na testa!
De volta às cabanas ainda povoados pela aventura deste dia, preparamos o jantar e já pensamos no dia seguinte, que nos vai obrigar a arrumar as malas, pois vamos rumar a Sul, não sem antes cruzarmos os fiordes durante duas horas num passeio de barco.
Por entre tuneis que rasgam a montanha alguns até por baixo da água do mar, uns com alguns metros e outro mesmo com 24 km, vamos seguindo caminho por terra, por baixo de água e por cima da mesma em grandes ferries. Novas cabanas plantadas à beira mar! Instalamo-nos e descansamos! Ainda nos falta o Preikestolen!
O inicio da saga “a conquista da montanha”, começou rodeados de turistas bem preparados!
Duas horas a trilhar aquilo que parece ter sido o leito de um rio de caudal violento que agora deixou as suas entranhas a descoberto, desalinhadas, para que todos possam saltar de pedra em pedra até chegar ao topo da montanha estafados, e aí se deslumbrarem com uma vista grandiosa. Um rochedo que termina numa plataforma a 600 metros de altitude onde os caminhantes se reunem, tiram fotos em êxtase, almoçam, descansam, passam a noite…
A vista que temos desde esta plataforma, sobre o que nos rodeia, montanhas em vários tons de verde e o mar lá no fundo, plantados debaixo de um céu azul, é esmagadora. Vale o esforço da subida e o esforço ainda maior na previsão da descida! Não ficamos para a noite e a descida pedra ante pedra terminou na base da montanha já com o sol a ser substituido pela neblina que se erguia sobre um lago imenso ali ao lado. Como se tivesse sido transportado apenas para o cimo da montanha e continuasse lá, a 600 metros de altura de distância de nós!
Terminadas as aventuras a sul, rumasse a Bergen … cada vez mais perto da partida!
Bergen é cor, madeira, casas plantadas na encosta das montanhas que delimitam a cidade, ora encobertas por nuvens de algodão levemente suspensas, ora reveladas entre o verde da vegetação… Bergen é um almoço ambulante de peixe no seu mercado, que curiosamente nos serve em bom português!
A partida… talvez 13 graus em Bergen e um céu azul mesclado de branco, 16 graus em Oslo e o Sol acompanha-nos na despedida à Noruega… preparamo-nos para regressar aos 29 graus de Frankfurt! Nem acreditamos na informação dada neste aeroporto ainda de casacos vestidos! Era verdade, à chegada à Europa da união pareceu-nos que em Oslo tinham sido talvez até contidos na previsão… que estufa e nós e os casacos…
Não sei falar de temperaturas à chegada a Portugal quando já avançadas iam as horas e se elevaram os ânimos nas sucessivas despedidas dos companheiros de viagem, por entre malas e abraços e as fotos que levamos que nos farão novamente viajar!

Alexandra Faria

Terça-feira, Junho 02, 2009

A Noruega nas palavras de Gonçalo Oliveira

Noruega, a Natureza e o Homem.

Glaciar, Fiordes, Preikestolen, Montanha, Bosque, Ovelhas. É assim que em meia-dúzia de palavras se define a Noruega. Mas esta experiência fotográfica proporcionou muito mais do que isso. Proporcionou um contacto muito próximo com um país cuja cultura difere, e de que maneira, da cultura tradicional latina a que estamos habituados. Uma sociedade que se rege pela confiança no próximo, em que cada indivíduo só está bem se todos os indivíduos à sua volta também estiverem. E todo o contacto que é possível ter com a Natureza, imponente, rebelde e bela.

A experiência norueguesa começa logo que se chega a Bergen. O tempo não ajudou, e para não variar, estava o céu coberto de nuvens.
A chegada a Aurland revelou a primeira surpresa. As cabanas à beira do Fiorde onde iríamos ficar alojados. Apesar de tarde, a noite nunca chega verdadeiramente. Há sempre alguma claridade no céu e bem cedo na madrugada, o dia torna-se cada vez mais claro. Tão claro que a adaptação ao sono nocturno se torna numa sesta à luz de dia, mesmo a meio da noite.

À hora de acordar, mesmo com nuvens, a vista magnífica dos fiordes que se avistam da varanda superam qualquer má disposição matinal. Estamos em plena natureza. O dia reserva-nos caminhadas pela região de Flam, no meio da floresta e de todo o meio rural. Muitas ovelhas e vacas, pelas estradas sinuosas das montanhas. Quedas de água quase em todas as frentes de montanha, e um verde vivo, típico de uma natureza onde abundam as fontes de água.
Regresso a casa, para uma refeição merecida, e cozinhada pelo nosso guia, Vítor, que com a devida dedicação preparou quase todas as refeições.

A maior aventura reservava-nos um dos mais espectaculares percursos da viagem: a subida ao Glaciar Jostedalsbreen. Após passarmos pelo maior túnel da Noruega, com a dimensão de 24 Km, chegamos ao destino bem cedo, onde as lojas ainda se encontram fechadas. Outro dos aspectos típicos da sociedade norueguesa, os horários das lojas. Após um segundo pequeno-almoço para acumular energia, eis que nos preparamos para a primeira aventura. Remar de caiaque durante cerca de 30 minutos. Uns caiaques bastante "tecnológicos", com compartimentos estanques para a roupa e leme a pedais. As explicações do Andy foram preciosas, e o seu ar sério quando alguém estava distraído manteve-nos atentos (Hey guys, listen!). Chegados à outra margem do lago, o glaciar. Uma das maiores forças da natureza ali bem perto. Mais escuro do que estaríamos à espera, fruto da poluição do Homem, mas mesmo assim imponente. Após a segunda parte das explicações, e da montagem do equipamento, presos por uma corda real, e outra virtual, da amizade que começava a florescer, lá nos fizemos ao caminho sobre o gelo. Os crampons tornam o caminhar mais seguro que qualquer outro calçado cobre qualquer piso. Até podemos marchar na vertical. Pelo caminho, entre o branco e o negro da superfície, e o belíssimo azul do interior, avista-se neve, e nos montes algumas avalanches. Após o almoço, bem no meio do gelo e no cimo de uma paisagem fabulosa, o regresso é feito de caiaque, até o ponto de partida.
O regresso às cabanas é feito calmamente, para um merecido descanso dos guerreiros fotoadrenalínicos.

Após tão grande aventura e um merecido sono, nada melhor que um passeio de barco pelos fiordes. No meio do braço de água que invade a terra, avista-se toda a beleza natural que os fiordes proporcionam, no meio da sua imensidão. Paredes de montanha altas, águas azuis, cascatas de água cristalina, e algumas casas de habitação no meio de toda esta esplendorosa paisagem.

Após o regresso, hora de partir para outra cidade, desta vez Stravanger, através de túneis, pontes, e ferries, onde o dia que se segue serve mais para descansar. Um breve passeio pela cidade, um jantar calmo nas pitorescas cabanas, um assunto para discutir em forma de tertúlia, e hora de ir dormir.

É chegada a hora de outra grande aventura da Noruega. A subida ao Preikestolen, ou rochedo do púlpito, devidamente traduzido para a língua de Camões. O caminho é acidentado, através de pedras e riachos, com mais ou menos inclinação, à beira de precipícios, acompanhados por centenas de outros visitantes. A chegada ao cimo é um sentimento de vitória, uma conquista de um patamar para o qual nunca tínhamos sentido estar preparados. A vista do cimo do rochedo, como que se sobrepondo acima dos fiordes é extenuante, e deixa qualquer um sem respiração. Do alto dos seus 600 metros avistam-se bem ao fundo os barcos que navegam o fiorde, parecendo apenas uns pequenos pontos brancos na imensidão de azul. Sentimo-nos bem perto do céu, como se de deuses nos tratássemos. A descida é feita com calma, pois não é menos perigosa que a subida, e entre brincadeiras e algumas paragens lá chegamos novamente à base.

O regresso a Bergen é feito pelos mesmos caminhos, entre fiordes, com algumas paisagens naturais, e mais uma vez os túneis e as pontes que cortam esses mesmos fiordes e braços de mar. Chegados a Bergen, e após a desilusão do alojamento, comparativamente aos anteriores, vamos conhecer um pouco melhor a cidade. A famosa zona de Bryggen, com os seus armazéns, e as tradicionais compras das lembranças para os que nos são próximos. Após o jantar na famosa Peppes Pizza, subimos ao Foyen, miradouro sobre a cidade para uma sessão de encantamento e romantismo com a iluminação da cidade.

O dia de regresso acorda triste, não pelo tempo mas pela saudade que se começa a sentir. Ainda há tempo para percorrermos o mercado do peixe de Bergen, onde nos são dadas a provar algumas das iguarias norueguesas: salmão marinado, fumado, selvagem, seco. Baleia temperada com azeite. Bacalhau fumado. Camarão, caranguejo, sapateira. Mais algumas compras para a degustação em Portugal, e está na hora de enfrentar a última aventura: o apanhar dos voos de regresso a Portugal.

Um obrigado a todos os fotoadrenalínicos que proporcionaram uma viagem que para sempre deixará saudades.

Gonçalo Oliveira

Quinta-feira, Maio 28, 2009

FotoGame em Serralves em Festa!

O FotoGame está novamente em Serralves em Festa! Agora com novos jogos, mas com a diversão de sempre. Estaremos na Clareira dos Teixos e os jogos acontecem Sábado às 11h e 15h30 e Domingo às 15h30. Participa e concorre a prémios Canon. A entrada é gratuita.

Quarta-feira, Dezembro 03, 2008

Picos da Europa por Ana Isabel

A necessidade de sair da rotina e ver numa viagem o descanso que o corpo e a cabeça já pedem. A vontade de um novo encontro com aquelas pessoas de quem já se tem, inevitavelmente, saudades, e com quem se quer partilhar outros tantos momentos de gargalhadas e cumplicidade. Foi assim que vi a viagem aos Picos, uma vez mais da responsabilidade da Fotoadrenalina.

Partimos de Lisboa um pouco atrasados, culpa do trânsito que condicionou a chegada das três "meninas da linha" ao Parque das Nações (não, desta vez nenhuma de nós demorou mais tempo a arranjar-se!).

16h30 e arrancávamos de Lisboa rumo ao Porto onde nos esperavam os "homens do Norte". Chegado também ao Porto o casal de Santarém estava o grupo completo... 11 dos 13, visto que duas das nossas meninas não nos puderam acompanhar nesta viagem (sentimos a vossa falta!).

Um jantar em andamento, repleto de calorias e pleno de colesterol, e um trajecto que deveria terminar cerca das 4h... Chegámos às 9h. A escolha do fim de semana mais frio do ano ajudou! Muita neve e estradas cortadas. Mas se a viagem não tivesse estas aventuras até seria de estranhar. Viagem longa de longas conversas. Matar saudades, actualizar informações. O desespero, lá mais para o fim, de quem já não encontra posição no banco.

Sobrefoz. Local de abrigo. Casa pequena, rústica, "maneirinha". Sentir que estamos no centro de uma vida muito distinta da nossa, onde estar longe de tudo, viver isolados e ter numa aldeia uma família alargada onde todos se conhecem e convivem é o seu quotidiano. Muitos se perguntam se seriam capazes de viver ali. Reflexões à parte, passar lá os próximos dias não soa nada mal.

Dar descanso ao corpo, por um número pequeno de horas, e conhecer outra aldeia. Passear um pouco, sentir o frio que cortou estradas e ver a neve que cobre tudo. Comprar um chouriço, um vinho, uns bolos... e ficar em casa, de lareira acesa, desfrutando da companhia uns dos outros e do descanso que uma barriga cheia (e bem cheia!) proporciona.

O Domingo foi de caminhada. Subir cerca de 300 metros, ao longo de 2.5 km, em percursos com neve pelo joelho. Ver como a neve nos torna crianças, surgem as inevitáveis guerras onde bolas brancas voam pelo ar e acertam em cheio na cara e corpo de quem nos acompanha. Valeu a roupa quente, as botas de neve/montanhismo, as polainas e os gorros. Valeu a nossa capacidade de rir da dor e do cansaço e de negociar uma descida um pouco precoce, mas necessária. O reencontro, já na aldeia, com ele, ela e a vida que aguarda no quentinho da barriga para saltar cá para fora apenas no momento certo. A subida, essa, era demasiado grande para uma vida ainda tão prematura. Muitas caminhadas assim terás pela frente! Sorte a tua a de ter pais dados à aventura e descoberta!

A noite foi de conversa, do aconchego do fogo contido na lareira e do calor disperso pela casa... e de jogos. Jogos em que começamos a perceber que nos entendemos melhor e vemos nas reacções dos outros não uma reacção que nos é desconhecida mas uma reacção que reconhecemos como sendo daquela pessoa e de mais ninguém.

Segunda partimos para outros caminhos. Mais estradas cortadas levaram-nos ao teleférico. E depois a um novo longo caminho de regresso a casa. Canta-se, conversa-se, e as horas passam rápida e lentamente, no quente de quem nos dá algo que nos aconchega. A viagem foi então de paisagens deslumbrantes e de sensações de pequenez. Somos pontinhos perdidos no meio do branco e de montanhas que o olhar não alcança. Animais que passeiam, alheios ao frio que nos gela o nariz e as mãos, que teimam a sair de dentro das luvas para uma fotografia aqui e ali. Foi também uma viagem de reencontro. Rostos que sorriem e brilham por estarem de novo juntos para mais uma saída do "casulo" que pode ser a vida do dia a dia de trabalho e responsabilidades. Vontade de conhecer mais mundo, mais realidades, porque sermos só o que conhecemos no nosso círculo próximo limita-nos e sufoca.

Foi adrenalina, como não podia deixar de ser. A adrenalina de conviver em situações que põem à prova a capacidade de nos ajustarmos a outros, de cedermos, de nos sujeitarmos ao que a Natureza diz (e o que ela diz, é lei).

E foi bom, muito bom. Ser bafejados por um sopro de energia positiva e descanso esforçado, aquele que esgota o corpo mas alimenta a alma. Sim, Vítor, nós gostamos de "papas e descanso", de muito conbíbio, mas apesar dos protestos, tu sabes que também gostamos que nos ajudes a ir ao limite. O corpo agradece, ainda que às vezes não logo no momento! :) E viajar é sempre fabuloso.

Citando as palavras de quem partilhou mais um sofá comigo: "é bom ver que ainda encontramos pessoas boas que nos fazem bem". Obrigada a todos por isso! E à Fotoadrenalina, por mais uma vez ter permitido que tal aconteça! Quando repetimos?"

Ana Isabel Silva
(também em www.apenasporquesim.blogspot.com)

Domingo, Agosto 17, 2008

concurso de fotografia

A Sociedade Portuguesa para o estudo das Aves lançou um concurso de Fotografia de Natureza, designado por Rede Natura 2000 em Foto. O objectivo é sensibilizar as pessoas para a importância de respeitar as áreas naturais protegidas que se inserem na Rede Natura 2000 em Portugal.
Data do concurso: entre 20 de julho e 20 de Setembro. As fotografias devem ser enviadas para natura2000.foto@spea.pt.
Os vencedores vão receber prémios da marca Pentax e as suas fotografias serão divulgadas.
Para saber mais acerca da iniciativa vá a http://www.spea.pt/.

Quarta-feira, Junho 25, 2008

churrasco / piscina / convívio

A todos os amigos, participantes e simpatizantes do Fotoadrenalina, faremos um encontro para recordar bons momentoss e rever os companheiros de aventura. Dia 13 de Julho em Fornos de Algodres (perto de Viseu). Fica a 1h30 do Porto e a 2h45 de Lisboa. Preço: € 15.
Mais informações:
info@fotoadrenalina.com +351.934 973 395 +351.963 959 083. Espermos por ti! Equipa Fotoadrenalina.